9/24/09

UNCOMMON THINGS IN COMMON PLACES - Icy Strait Point, Alaska


Icy Strait Point is Located down the road from Alaska's largest Tlingit village. It is a really small place but at the same time is beautiful place to go. I went to Icy Strait Point this year (2009) while working for Sea Princess Cruises as a photographer. The place was so nice and beautiful that i start to photograph it. I took a bus from the port and then i stoped in downtown for walk and see how the people live. I decided to take some picrures of the houses which i loved and try to see the lifestyle of this people...what i saw was amazing and completed diferent then the other places that i went. So this project is about the lifestyle of the people from Icy Strait Point and the spaces all around the city. I took some landscapes with the mountains, the snow and water but also I tryed to catch empty spaces to show how this people live.

























On this picture above, we can see and realise the typical lifestyle of the people from Icy Strait Point. There´s lots of houses with many diferent objects outside and cars or trucks that doesn´t work. When I was there I tryed to get In to the houses to find some person but...nothing. At this place just one person came to me to talk. It was an old man. We talk about many things but he asked me lot and a lot of questions which I understood...I was a person that he doesn´t knew. So I realise that this place has many empty houses and on that moment I realise that I was inside of many uncommon places and at the same time unknowned places.


























9/22/09

Tracy Arm - Glacier in Alaska



Tracy Arm is a fjord in Alaska near Jeneau. It is named after a civil
war general named Benjamin Franklin Tracy.
It is located about 45 miles (72 km) south of Jeneau and 70 miles
north of Petersburg, Alaska, off of Holkham Bay and adjacent to
Stephen's Passage within the Tongass National Forest. Tracy Arm-Fords
Terror Wilderness was designated as a wilderness area by the
United States Congress in 1980.The Tracy Arm area covers 653,179
acres (2,643.32 km2) and consists of two deep and narrow fjords:
Tracy Arm and Endicott Arm. Both fjords are over 30 miles (48 km)
long and one-fifth of their area is covered in ice. During the summer,
the fjord has considerable floating ice ranging from the size of a
three-story building to hand-size pieces. During the most recent
glaciated period, this fjord filled with active glaciers.







Alaska was the most experience that I ever had In my life

as a person and as a photographer. I´ve been In Alaska for

two months and I went to Tracy Arm but also In Jeneau

( The capital of Alaska), In Skagway, Haines, Icy Strait Point

and Ketchikan. That moment I will never forget.

The mountains, the clouds, the glaciar, everything was unbelievable

and unaccountable so i decided to take this pictures and make my

project about Tracy Arm. This photographs were made this year

(2009) while I was working on the Sea Princess Cruises

as a photographer.






6/3/08

Body VS Sound

This Video Art was accomplished in the extent of being projected to a party accomplished at the disco Danube, Paços de Ferreira, Portugal entitled " Audiotrip Express " and has the title " Body VS Sound."
This video work appeared due to Bruno Neto's invitation and Senra and it was of the first ones experience of Eduardo Cordeiro in this branch. But certainly it will be the first of many. Shortly, Eduardo Cordeiro has in mind more projects of this gender of creative art in which likes particularly. This work was accomplished by Eduardo Cordeiro and had the precious help in Adérito Pinto's edition. To him...Thank you!




5/23/08

A Consciencia da Morte

A consciência da morte é o saber de antemão que a vida está perdida – vivemos e temos que morrer. Neste sentido não é mortal quem morre, mas sim quem sabe que vai morrer, ou seja, quem tem a consciência em deixar de viver. Isto dá-nos a essência do “eu”, de que somos uma unidade. Neste sentido a morte é minha porque sou “eu” e depois dela não virá ninguém igual. Somos assim, seres únicos e irrepetíveis. Sendo a morte uma possibilidade que torna tudo impossível, o acabar da individualidade esgota-se com o fim do mundo. Mundo não no sentido físico (como se apresenta), mas sim o mundo como representação. Segundo Martin Heidegger nos diz que "da mesma forma que só o ser humano é que acaba (morre), também apenas o ser humano existe porque só ele tem mundo". É pela linha da morte que somos todos iguais. A linha que une todas as diferenças. Ela permite unir toda a humanidade.




Como esta obra fala sobre a consciência da morte, tenho que falar também sobre a questão do espírito. O espírito nasce da nossa consciência da morte. Aquilo a que chamamos de espírito é uma coisa que parece que entra em cena para dizer que não podemos dar o nosso corpo como garantido. O espírito irá sobreviver do corpo. O espírito parece-se como uma característica indefinidamente humana mas que aparece apenas no sentido de nos alerta que nos vai deixar com a morte do corpo, dado que ele apenas garante o nosso saber da inevitabilidade da morte uma vez que nasce da consciência da própria morte. Sendo assim, o espírito não é aquilo que nunca morre, mas aquilo que nos permite saber que vamos morrer. Falando propriamente da minha obra, ela trata todos estes temas a respeito da morte, do espírito e da consciência da morte. Sendo assim, fotografei cadáveres, fragmentos de cadáveres pretendendo com isso criar uma metáfora. Captando uma imagem viva de uma coisa morta. Como refere Roland Barthes em a câmara clara: "a presença da coisa nunca é metafórica, e no que respeita aos seres animados, a sua vida também não, salvo se fotografarmos cadáveres". A fotografia, neste caso, certifica por assim dizer que o cadáver está vivo enquanto cadáver. A minha ideia neste projecto é também mencionar e transmitir “o isto foi” mas ao mesmo tempo o “ isto será” assim com o aparecimento da morte (aspecto visual). A tal consciência de que falei anteriormente. Outro ponto do meu projecto e não menos importante, é a transição entre a vida e a morte, do positivo – vida, e do negativo – morte. Este projecto tem o objectivo de criar uma acção de consciencialização no ser humano, de que a morte existe e também de que para falarmos da vida teremos que mencionar a Morte.


Como refere Roland Barthes em a câmara clara: "a presença da coisa nunca é metafórica, e no que respeita aos seres animados, a sua vida também não, salvo se fotografarmos cadáveres". A fotografia, neste caso, certifica por assim dizer que o cadáver está vivo enquanto cadáver. A minha ideia neste projecto é também mencionar e transmitir “o isto foi” mas ao mesmo tempo o “ isto será” assim com o aparecimento da morte (aspecto visual). A tal consciência de que falei anteriormente. Outro ponto do meu projecto e não menos importante, é a transição entre a vida e a morte, do positivo – vida, e do negativo – morte. Este projecto tem o objectivo de criar uma acção de consciencialização no ser humano, de que a morte existe e também de que para falarmos da vida teremos que mencionar a Morte.




5/21/08

" Vontade a parte...nenhum filho consegue fugir ao seu património genético"




Esta obra que tem como título "Vontade a parte...nenhum filho consegue fugir ao seu património genético" foi realizada em 2006. Este conjunto de imagens retrata a minha ligação com o meu Pai. É uma obra de ligação entre mim e ele. Os corpos que estão representados são precisamente o meu e do meu pai e representa a evolução que o corpo humano sofre á medida que o tempo vai passando. Esta obra tem como principais objectivos mostrar o envelhecimento humano, a relação entre o pai e o filho, ou seja, o amor existente entre dois seres chegados e parecidos em todos os aspectos e sobretudo o contacto entre eles, aquilo que eu chamo: O TOQUE.

A LUZ

A luz é mais do que apenas a causa física do que vemos. Mesmo psicologicamente, a luz continua a ser uma das experiências humanas mais fundamentais e poderosas que existem. É uma aparição compreensivel venerada, celebrada e solicitada nas cerimonias religiosas.

Para o homem, como para todos os animais diurnos, é o pré-requesito para a maioria das actividades. É a contraparte visual daquele outro poder animador, o calor. Ela interpreta para os olhos o ciclo vital das horas e das estações, isto é, da passagem do tempo.

A ideia da palavra Lux, que é a unidade de medida da luz em física, leva-nos a pensar na ideia de escala. Podemos até dar outros significados na palavra Luz:

Luz=lume=calor=amor

A terra recebe luz como guia e para se dignificar. Por este motivo Luz significa ainda evidencia, verdade e coisa de grande apreço




Triptico ( Auto-Retrato )











Pelo rio Tua ( Reportagem )













Windows Nature




















Em Redor da Religião
















Woman Landscape

O corpo tem a capacidade de se transformar e de se mexer através dos movimentos que executamos. Mas também existe a possibilidade de nós próprios executarmos com o corpo algumas formas e linhas para a obtenção de um determinado objectivo.
Através da captação de imagens do corpo humano,quis criar formas e linhas para a obtenção de uma paisagem corporal, “Landscape Body”. Essa paisagem de que falo é criada através da junção dos membros que o nosso corpo possui. Para o efeito, utilizei uma sequência de imagens interligadas umas com as outras. Mostro que é possível verificar nas imagens do corpo, uma outra designação, uma outra poética e não só vermos o corpo apenas como corpo, como meio físico e palpável. Quero transmitir uma ilusão óptica ao espectador.

Esta obra tem em consideração três conceitos no qual acho bastante importantes: através do corpo (formas), da composição da imagem e também da luz. Dessas três maneiras destaco principalmente a luz. Isto porque ela tem a capacidade de modelar as formas do corpo, de dar profundidade e espaço.

Por outro lado e noutro contexto, a questão da luz também pode significar uma outra coisa. Neste caso significa contacto, ou seja, a relação do fotógrafo (eu) com os meus pais, do contacto entre mim e eles, de carne com carne. E isto porque as representações dos corpos que estão nas minhas fotografias são precisamente os deles. Existiu portanto, durante as várias secções fotográficas que fiz, um clima especial, diferente de qualquer outro, houve mesmo uma grande interacção com eles. Houve carne com carne, houve união. A isto chamo de luz.

Nesta obra, o meu objectivo é fazer de um corpo humano, uma paisagem corporal, como se o corpo só funciona-se como uma paisagem, mas uma paisagem diferente, mais deformada. Quero criar uma ilusão, uma harmonia a todas as pessoas que vão observar a minha obra. Não me interessa saber de que parte do corpo representa a imagem mas sim as suas formas, linhas, texturas e principalmente a poética.

Landscape Body